quarta-feira, março 28, 2007

O fracasso pedonal de Peniche - III

Vai sendo cada vez mais raro, mas de vez em quando ainda se encontra um peão a circular, na pedonal rua José Estevão.

8 contributos:

At 28/3/07 12:04, Anonymous Anónimo disse...

Eis aqui o parque de estacionamento mais barato no centro da "cidade"... nem tem parquímetros!

 
At 28/3/07 12:25, Blogger Daniel disse...

Eu já uma vez mandei umas fotos ao actual Presidente da CMP, que me disse que estáva atento ao assunto.
Conclusão: Passado muitos meses, continua tudo na mesma...

 
At 30/3/07 21:11, Anonymous Anónimo disse...

Esta situação só transmite a inoperância do actual presidente da Câmara. Aqui se vê quem são os corajosos e quem é que afronta os poderosos.

 
At 31/3/07 12:22, Blogger BRC disse...

Quem são os "poderosos"? São os proprietários daqueles veículos que se vêem na fotografia?

"Corajoso", pelos vistos, também é V. Exa., observando a forma "frontal" que utilizou para abordar a questão.

 
At 3/4/07 03:48, Anonymous Anónimo disse...

:D LOL Ó BRC não fiques demasiadamente picado pá, digere o meu commentzinho com rennie pá! ;) Uma dessas carrinhas até é dos SMÁS - que eu saiba - Serviços Municipalizados da Câmara Municipal de Peniche ;) Vá, toma mais um pouco de rennie... ;) Abração!

 
At 3/4/07 13:54, Anonymous Anónimo disse...

Esqueci-me de dizer que "Corajoso" também é adoptar o nome de BRC.

 
At 3/4/07 14:43, Blogger jp disse...

Penso mesmo que o mais interessante seria discutir as soluções adequadas.
Existem dificuldades indexadas ao fecho da rua que devem ser contempladas. Vários tipos de acesso, ainda que condicionados, têm de ser permitidos em condições regulamentadas.
Mais à frente, no post de reflexão desta temática, indico uma possível solução que muito gostaria de ver criticada.
Estar daqui a influir para considerandos políticos em nada adianta à resolução da flagrante situação denunciada....a não ser que tal discussão seja travada em plena rua José Estevão, a fazer parar o trânsito.

 
At 8/4/07 15:57, Blogger BRC disse...

Embora com uns dias de ausência mas, ainda assim, a tempo de clarificar as termos “da coisa”, devo salientar o seguinte: Com toda a certeza apenas por lapso nos tratamos por "tu”. Duvido que tenhamos andado juntos na escola, o que só compreenderia por rotundo desvio nos destinos… No que diz respeito, muito exactamente, ao antiácido que me é recomendado, devolvo a "mezinha" com uma referência “bibliográfica” sobre esse tema de quem teima em bolsar o que lhe convém a coberto do que muito bem entende (http://abrupto.blogspot.com/2006_04_01_abrupto_archive.html): “O que é que gera esta gente, em que mundo perverso, ácido, infeliz, ressentido, vivem? O mesmo que alimenta a enorme inveja social em que assentam as nossas sociedades desiguais (por todo o lado existe este tipo de comentadores), agravada pela escassez particular da nossa. Essa escassez não é principalmente material, embora também seja o resultado de muitas expectativas frustradas de vida, mas é acima de tudo simbólica. Numa sociedade que produz uma pulsão para a mediatização de tudo, para a espectacularização da identidade, para os “quinze minutos de fama” e depois deixa no anonimato e na sombra os proletários da fama e da influência, os génios incompreendidos, os justiceiros anónimos, o “povo” das caixas de comentários, não é de admirar que se esteja em plena luta de classes.” É de “JPP”. Isto é, seja lá de quem for…

Já dei para este peditório.

 

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